Batman: Cavaleiro Branco
A 16 de Maio a Levoir lança Batman: Cavaleiro Branco da autoria de Sean Murphy, autor de Punk Rock Jesus, editado pela Levoir em Setembro de 2018. O livro acabou de ser nomeado para a melhor série limitada nos Prémios Eisner de 2019. As cores ficaram a cargo de Matt Hollingsworth, que tem uma lista infindável de trabalhos, nomeado várias vezes para o Prémio Eisner como melhor colorista, recebeu-o em 1997.
Batman: Cavaleiro Branco faz parte do novo selo Black Label da DC e começou a ser publicado nos EUA em 2017, tendo sido aclamado pelo público e pela crítica especializada.
Após uma perseguição pela cidade, Batman está obcecado em capturar o Joker, e é provocado ao ponto de lhe bater e continuar batendo até o Príncipe Palhaço das Trevas perder a consciência e parar de respirar. Tudo isto acontece na presença de Robin, Batgirl, toda a polícia e com câmaras filmando. Completamente fora de si, Batman ainda lhe despeja um remédio desconhecido pela garganta abaixo.
Será que Batman passou dos limites?
Ao recuperar, Joker deixa de existir, a sua loucura simplesmente desapareceu, agora ele é Jack Napier. A imprensa está delirante, há tanta coisa a acontecer na cidade de Gotham.
Jack Napier, agora completamente são, é o novo justiceiro da cidade e leva à tona todos os problemas de Gotham City, incluindo ter como cúmplice o vigilante, favorecimento dos mais ricos, desrespeito com os mais pobres, corrupção, diz também ter sido usado por outros como bode expiatório, como por exemplo, na criação do Asilo Arkham.
Sean Murphy apresenta-nos uma cidade virada do avesso com uma grande quantidade de heróis e vilões. Quem é quem nesta história? Batman e Joker, qual o herói e qual o vilão?
Descubra-o na leitura desta história arrebatadora.
Batman: Cavaleiro Branco
Tradução – Filipe Faria
Cor
Nº de pag. 232
Formato 170 x 257 mm
Extras: Galeria de capas alternativas por Sean Murphy, design das personagens e esboços preliminares biografia do autor.
PVP – 25,90€
Começou a caminhar nos alicerces de uma sala de cinema, cresceu entre cartazes de filmes e película. E o trabalho no meio audiovisual aconteceu naturalmente, estando presente desde a pré-produção até à exibição.